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Habilidades para Gerenciar Projetos Complexos

Klabin Projeto PUMA


A Klabin realizou na tarde desta quarta-feira, 19, o evento de descerramento da Pedra Fundamental da nova unidade de celulose da empresa, o Projeto Puma. A fábrica, com inauguração prevista para 2016, terá investimento de R$ 5,8 bilhões, excluindo-se ativos florestais, melhorias em infraestrutura e impostos. 
 
O evento, realizado no canteiro de obras do projeto, reuniu aproximadamente 600 convidados, entre prefeitos e autoridades de 12 municípios, e o governador do Estado do Paraná, Beto Richa, que reforçou a importância do investimento para a região. “Este empreendimento da Klabin é um marco do novo Paraná. É o maior investimento privado da história do nosso Estado, que começou a ser erguido a partir do bom diálogo entre a empresa e o governo estadual”, destacou. “Além da importância econômica, a nova fábrica traz como diferencial o apoio ao desenvolvimento de uma importante região do Paraná. São 12 cidades que recebem impactos positivos diretos, com a geração de impostos e oportunidades de trabalho.”
Para Fabio Schvartsman, diretor geral da Klabin, “este é o início de um novo ciclo de crescimento da empresa, que irá dobrar seu volume de produção em três anos. Essa fábrica está sendo construída para ser uma das mais produtivas do mundo, senão a mais produtiva do mundo”. O executivo destacou ainda a importância histórica da nova planta. “A Klabin tem 115 anos de história e 80 anos no Paraná e ainda tem muita energia para empreender um projeto deste tamanho”. 
 
Durante a cerimônia, Pedro Piva, membro do Conselho de Administração da Klabin, recebeu o Título de Cidadão Honorário de Telêmaco Borba. A homenagem foi concedida pela Câmara do Município e faz referência à história da empresa na Cidade. “A primeira geração da família Klabin fundou a empresa, a segunda geração fez Monte Alegre e a terceira geração está fazendo o Projeto Puma.” 
 
Em seu discurso, a prefeita Lourdes Banach, disse que Ortigueira é privilegiada por receber um empreendimento deste porte que marca o início de uma nova era. “A população está esperançosa e preparada para esse novo momento”, destacou.
 
Oportunidade de desenvolvimento
Com a nova fábrica, serão realizadas obras de infraestrutura e haverá aumento das oportunidades econômicas e sociais, geração de renda, qualificação profissional e incremento na arrecadação de impostos, contribuindo para o desenvolvimento regional.
 
Divisão de ICMS
Um convênio assinado entre o Governo do Estado, Klabin e municípios da região definiu que o ICMS proveniente das operações da nova fábrica seja dividido entre doze municípios. 
 
Ortigueira ficará com 50% desse imposto e os 50% restantes serão divididos entre Cândido de Abreu, Congonhinhas, Curiúva, Imbaú, Reserva, Rio Branco do Ivaí, São Jerônimo da Serra, Sapopema, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania. A divisão será baseada em critérios como a população e o índice de desenvolvimento social de cada município.
 
Geração de empregos
Cerca de 85% dos trabalhadores empregados atualmente (etapa de terraplanagem) no Projeto Puma são provenientes dos municípios vizinhos ao empreendimento. 
 
No auge da construção, a previsão é que 8,5 mil pessoas estejam trabalhando no canteiro de obras. Quando estiver em operação, a nova unidade terá 1,4 mil postos de trabalho entre os setores fabril e florestal. 
 
Capacitação
Para dar mais oportunidades aos moradores da região, a Klabin tem apoiado o treinamento e a capacitação por meio de cursos gratuitos, oferecidos em parceria com a Secretaria do Trabalho e o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego). Desde abril de 2013, mais de 400 alunos de Imbaú, Ortigueira e Telêmaco Borba formaram-se em diversas áreas. Novas turmas devem ser abertas ao longo deste ano. 
 
Melhorias na infraestrutura regional
Em maio de 2013, foi firmado um protocolo de intenções entre o Governo do Estado do Paraná e a Klabin para investimentos em infraestrutura regional pública. Entre as obras previstas estão a construção de um ramal ferroviário; linhas de transmissão e obras em cerca de 100 quilômetros de estradas, como a pavimentação das estradas da Campina e Minuano; melhoria da Estrada Estratégica e construção de uma nova estrada na margem direita do rio Tibagi. 
 
Eficiência energética
A fábrica em Ortigueira será autossuficiente na geração de energia elétrica, com uma produção de 270 MW de energia. Desse total, a previsão é que 120 MW sejam utilizados para consumo próprio da Klabin e os 150 MW excedentes – energia suficiente para abastecer uma cidade de meio milhão de habitantes, como Londrina (PR) – sejam disponibilizados no sistema elétrico brasileiro. Dessa forma, toda a energia produzida pela Klabin será limpa, sem queima de combustíveis fósseis e provenientes de fontes renováveis.
 
Competitividade
Do total de florestas plantadas com pinus e eucalipto, 107 mil hectares irão garantir o abastecimento de madeira da nova fábrica. O raio médio entre as florestas e a planta é de 72 km, o que assegura a competitividade e o baixo custo do transporte da madeira. O escoamento de parte da produção será feito por ferrovia até o porto de Paranaguá.


Sobre a Klabin

 A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, produz papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado, sacos industriais e madeira em toras. Fundada em 1899, possui atualmente 15 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina. Está organizada em três unidades de negócios: Florestal, Papéis (papelcartão e papel kraft) e Conversão (papelão ondulado e sacos industriais).

 Toda a gestão da empresa está orientada para o Desenvolvimento Sustentável, buscando crescimento integrado e responsável, que une rentabilidade, desenvolvimento social e compromisso ambiental. Em 2014, a Klabin integra, pela primeira vez, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBovespa. Também é signatária do Pacto Global da ONU e do Pacto Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, buscando fornecedores e parceiros de negócio que sigam os mesmos valores de ética, transparência e respeito aos princípios de sustentabilidade.
  




Feliz Grande ANO de 2014...!!!

 

Vem aí um ANO NOVO.
Então, respire fundo...
E esteja pronto para novos projetos...

Afinal, este será o melhor ANO de sua VIDA.
Então deixe que o seu coração se encha de paz..
E que o amor invada sua alma...

Não espere apenas um BOM ANO.
Abrace o Grande ANO.
Reflita sobre tudo o que passou.
Relembre as lições aprendidas.
Revigore suas expectativas.

Afinal, vem aí Um NOVO ANO cheio de oportunidades.
Que ele seja afortunado...
Que prevaleça o perdão...
Que você sorria 365 dias, sem perder o fôlego
E que a cooperação seja tão comum quanto dormir e acordar.

E que a cada amanhecer você seja grato por estar vivo,
E por poder recomeçar...
 
E assim, sinta a felicidade irradiar a sua vida...
E tenha a certeza de que neste NOVO ANO, os seus projetos,
serão ainda melhores!
Inicie, planeje, execute, monitore, controle e encerre
todos os seus Projetos com sucesso em 2014...!!!
 Feliz Grande ANO de 2014...
São os votos do Professor Projeto.
 Gerson Luis da Costa

Plano de Contingência

 
É sempre bom se sentir seguro, não? Ter a sensação de que o projeto vai parar por conta de um risco calculado e conhecido por todos não é o melhor cenário, certo? Obter assertividade em Custos e Prazos é tão complexo que uma parte obrigatória do processo de construção do Plano do Projeto é a constituição de reservas. Estas reservas não só garantem que as variações de cenário sejam suportadas pelo patrocinador do projeto como também que o mapeamento de riscos foi executado de forma a quantificar parte destas variações. O tema de hoje ajudará a organizar o raciocínio sobre estas reservas.
Boa Leitura!

RESERVA DE CONTINGÊNCIA
Quando o processo de Análise de Riscos Qualitativos e Quantitativos é finalizada você terá em mãos uma valiosa informação, o que eu chamo de “O PIOR CENÁRIO”. Este cenário basicamente resume o que acontecerá, no ponto de vista de prazo e custo, com o projeto no caso de todos os riscos negativos se tornarem realidade. Este é o cenário base para compor a RESERVA DE CONTINGÊNCIA.

Dado que o produto desta reserva é a soma dos VALORES MONETÁRIOS dos riscos, ou seja, a soma dos VALORES MONETÁRIOS de todas as ameaças “conhecidas” e não mitigadas resultantes do cálculo de PROBABILIDADE x IMPACTO das mesmas, este cenário deve compor o custo do projeto (Linha de Base de Custos) e sua gestão, de forma geral, não requer “aprovação” do Gerente e Patrocinadores do projeto (a menos que as políticas da empresa falem o contrário).
 
RESERVA DE GERENCIAMENTO
NADA É TÃO RUIM QUE NÃO POSSA PIORAR… é nesta frase que se baseia a Reserva de Gerenciamento. Trata-se de calcular uma margem de segurança para garantir que riscos que ainda não foram identificados inviabilizem o projeto. Em minha cabeça, o percentual aplicado a esta reserva varia muito de acordo com o tipo de estimativa que você está aplicando ao projeto, por isto, o percentual aplicado deve ser estabelecido baseado em critérios de estimativa e contingência.

Normalmente esta reserva é calculada com base em um percentual da Estimativa do Projeto acrescida da Reserva de contingência e, ao contrário da reserva de contingência, esta reserva não está nas mãos do Coordenador de Projetos e sim com o Gerente do Projeto, e para utilizá-la, o coordenador deve pedir autorização para o Gerente. Esta reserva não  deve ser considerada como disponível do projeto.

LEMBRE-SE
• O ideal é não utilizar as reservas;
• As  reservas não são parte do seu lucro;
• Revise as reservas durante o projeto;
• Novos riscos identificados aumentam a necessidade de reserva;
• Riscos mitigados ou resolvidos reduzem a necessidade de reserva.


Com isto, deixo claro que sou favorável que todo Projeto estabeleça dois níveis de contingência:

O primeiro em nível de coordenação do projeto, onde o coordenador tem total autonomia, porém sua meta é não utilizar, e outro em nível gerencial, que costumo dizer, que só "pedindo a benção" do gerente será autorizado o uso.
 

Bom Plano de Contingência a todos...!!!

ATITUDE PERANTE AO RISCO


Neste "espectro", Gerson Costa representa as diferentes atitudes e perfis das pessoas perante os riscos. 

Uma das maiores influências no processo de risco são as atitudes ao risco que as pessoas adotam. Isso afeta muitos aspectos do processo de risco, mesmo que as pessoas não estejam cientes disso. Entender e gerenciar estas atitudes ao risco aumentará significantemente a eficiência do processo, sendo assim, a gestão acontece desde o extremo esquerdo até o extremo direito do gráfico.

Sabemos da importância de gerenciar riscos, porém esquecemos que a atitude do gestor de projetos face ao risco, o seu posicionamento junto às partes interessadas e às consequências aos objetivos estratégicos da organização são fatores que merecem atenção especial.

Os dois extremos do espectro necessitam ser gerenciados, pois o lado esquerdo pode registrar riscos com Índice "Muito Alto" que na verdade não são... e o lado direito registrar riscos como "Baixos" que na verdade podem trazer grandes consequências... a questão é identificar cada perfil para que a calibragem do risco seja adequada e o seu registro de índices garanta a priorização exata dos riscos a serem tratados.

Outro aspecto a ser lembrado é que muitos riscos são positivos "oportunidades" e costumam gerar benefícios, melhorias ou ganhos para o projeto, e neste aspecto o lado direito tende a maximizar as chances do evento ocorrer e gerar a consequência positiva esperada...!!!


Adaptado do livro “Understanding And Managing Risk Attitude”, de David Hillson.

Cabe aqui um agradecimento ao meu amigo Guilherme Sprung o qual tem colaborado com questionamentos sobre o assunto. Obrigado Guilherme por enriquecer o assunto. 

Caldeira Recuperação no Brasil

 
 
A função do sistema de recuperação não consiste, unicamente, em recuperar produtos químicos, com um mínimo de perda, mas também consiste em:
Produzir vapor para diversas operações, tais como cozimento e secagem, reduzindo os custos com energia elétrica;
Produzir um licor de cozimento com composição adequada a sua reutilização;
Eliminar parte dos efluentes com potencial poluidor;
Neste setor é feito a recuperação do licor que é usado no cozimento e na lavagem da polpa celulósica.

 

 








 
Colaboração: Haroldo Marinho dos Reis

I Seminário Paranaense de GP 2013

SAVE THE DATE!
  
I SEMINÁRIO PARANAENSE
DE GESTÃO DE PROJETOS

 Dias 29 e 30 de Outubro de 2013
Salão de Atos do Parque Barigui | Curitiba/PR
 
 

Obrigado... 50.000 Acessos


Gostaria de agradecer aos gerentes, coordenadores, equipes de projetos e visitantes pela expressiva marca de 50 mil acessos alcançados neste mês de Agosto de 2013.
Criado em Novembro de 2009 com a simples finalidade de difundir as Melhores Práticas de Gerenciamento de Projetos, nosso site caiu no gosto dos profissionais e estudantes de GP.
Agradeço a todos que navegam, enviam sugestões de temas e que ajudaram nosso site a ser uma referência na divulgação destas Melhores Práticas.
Muito Obrigado a todos.
Me. Gerson Luis da Costa, FGV-PR, PMI-PR, CRA-PR

Vida de Insetos - Gerenciamento de Projetos




No filme “Vida de Inseto”, testemunhamos a incansável luta de Flick, uma formiguinha, para melhorar a vida no formigueiro. Entre tantas confusões Flick recebe a missão de recrutar ajuda para repelir a ameaça dos gafanhotos. Então a formiguinha conhece os Guerreiros, uma trupe de péssimos artistas de circo, que, por uma das muitas confusões, pensa serem destemidos lutadores. Flick recruta a trupe imaginando que ela irá ajudá-lo a se livrar dos inimigos enquanto estes, por sua vez, acreditam que foram contratados para entreter os gafanhotos.
 
Não vou contar o restante para não estragar o divertimento do leitor. Mas gostaria de chamar a atenção para uma analogia que podemos fazer do filme.
 
Neste caso temos alguém contratando uma empresa para entregar um determinado produto e, ao mesmo tempo, a empresa pensa que está sendo contratada para fornecer um produto diferente. Isto não acontece somente nos filmes, mas também em muitas situações envolvendo projetos, quando não existe o entendimento comum entre o cliente, quem está contratando e o fornecedor, que está sendo contratado.
 
Para buscar este entendimento é que devemos estabelecer o que denominamos de Escopo do Projeto. O escopo pode ser definido como o problema a ser resolvido com o projeto, é a linha que liga o ponto A ao ponto B, portanto deve ser definido, entendido e muito bem gerenciado. Na definição do escopo é que será determinado todo o trabalho a ser realizado em um projeto.

Em muitos casos os projetos iniciam sem a clareza necessária do que se deseja, ou então, somente com uma vaga ideia - ou desejos- do que se quer com o projeto. Esta falta de definição geralmente acarreta em retrabalhos com a finalidade de ajustar o escopo, atrasos no cronograma, falta de pessoas, custos estourados e, consequentemente, a insatisfação do cliente e até da própria equipe do projeto. 
 
 Em projetos, temos duas definições de escopo:
 
- Escopo do produto – refere-se às características do produto ou serviço que se quer como resultado do projeto. Ele é explicitado por meio das especificações.
  
- Escopo do projeto – é todo o trabalho a ser realizado dentro do projeto para fornecer um produto ou serviço, de acordo com as especificações fornecidas.
 
Podemos até mesmo utilizar uma máxima do Direito: “O que não está nos autos não está na vida”. Assim também acontece nos projetos, o escopo do produto deve prever todas as funcionalidades esperadas e o do projeto detalhará todo o trabalho a ser executado para que o produto do projeto seja entregue de acordo com o especificado.
 
A preocupação maior de um gerente de projetos é garantir que o escopo estabelecido seja cumprido, mesmo que sofra alterações, afinal de contas vivemos em mundo em que as mudanças acontecem cada vez mais rápidas e os projetos, ao longo de sua execução, devem se adequar às mudanças nos mercados e até mesmo às novas expectativas.

Para se ter sucesso no gerenciamento do escopo é necessário um bom gerenciamento de mudanças. Por mudanças entendemos como qualquer alteração ocorrida após a aprovação do escopo inicial. Ela geralmente envolve alterações nos custos, prazos, qualidade ou em outros pontos do projeto. 


Workshop PM DOME - Ricardo Vargas e Gerson Costa

O maior e mais premiado evento com atividades práticas sobre gerenciamento de projetos do mundo. O workshop essencialmente trabalha os conceitos do Guia PMBoK do PMI-Project Management Institute. É um evento em formato de oficina premiado pelo PMI-USA como uma das melhores ferramentas para treinamento de profissionais em gerenciamento de projetos. 

  

O PM Dome é um treinamento muito dinâmico e prático em gerenciamento de projetos onde os participantes são divididos em times que,em uma competição desafiadora e animada, devem demonstrar desempenho superior em gerenciamento de projetos de acordo com os requisitos básicos propostos por um cliente fictício.

O público alvo do treinamento é de Executivos, Gerentes Seniores, Gerentes de Projeto, Gerentes de Recursos e Membros da Equipe, mas o PM Dome não requer experiência prévia em projetos, o participante será capaz de assimilar os conceitos básicos do gerenciamento de projetos e desenvolver o produto durante o workshop.

O produto final do projeto de cada time é uma estrutura física denominada Domo Geodésico, construída a partir de folhas de papel, que deve ser planejado, executado e controlado em tempo real utilizando o framework do Project Management Institute (PMI®), associação sem fins lucrativos que é líder mundial na profissão de gerenciamento de projetos.  

Certificação PMDOME - PMI


 



3 Fatores de Sucesso no Gerenciamento das Aquisições



Neste podcast, Ricardo fala dos perigos de menosprezarmos a complexidade do gerenciamento das aquisições. Ele dá três dicas de como podemos aumentar a chance de sucesso em nossos projetos. São elas:


1 – Buscar o conhecimento sobre aquilo que será comprado;

2 – Analisar o custo total da aquisição, não apenas o preço;

3 – Associe eventos de pagamento a eventos de entrega em seu projeto.